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Entre o vídeo, a performance e a instalação, a exposição de Mónica de Miranda questiona a divisão entre presença e dissociação; distração e conexão; utopia e memória. Habita um tempo que reside no espaço entre a ficção e a realidade, onde as potencialidades da reescrita de histórias e o pensamento de futuros se cruzam nas ações discursivas e performativas propostas como parte do projeto.
Com curadoria de João Laia e Nuno Crespo, "Profundidade de Campo" acontece em dois espaços da cidade
do Porto: a Galeria Municipal do Porto e a Escola das Artes, da Universidade Católica Portuguesa.
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Entre o vídeo, a performance e a instalação, a exposição de Mónica de Miranda questiona a divisão entre presença e dissociação; distração e conexão; utopia e memória. Habita um tempo que reside no espaço entre a ficção e a realidade, onde as potencialidades da reescrita de histórias e o pensamento de futuros se cruzam nas ações discursivas e performativas propostas como parte do projeto.
Com curadoria de João Laia e Nuno Crespo, "Profundidade de Campo" acontece em dois espaços da cidade
do Porto: a Galeria Municipal do Porto e a Escola das Artes, da Universidade Católica Portuguesa.
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