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Reservoir Dogs
Todo o cinema de Jean-Luc Godard é uma procura incessante de figuras de alteridade, para contrariar as significações dominantes, para desfazer as armadilhas da dialética, para manter ativo o sentido, nas suas perpétuas não-resoluções. Colocar a ficção em primeiro plano para formular hipóteses potenciais do real: tal é a dimensão política da sua obra. A sua relação privilegiada com o não-humano é uma das suas armas contra as representações convencionais. Adotar o ponto de vista do animal na obra de Jean-Luc Godard, tal como na de Kafka, Miguel Gomes e Jacques Derrida, em particular, é o fio condutor da conferência Reservoir Dogs (retrato do artista quando jovem cão / uma viagem através de vários filmes e textos em 24 capítulos), com vista a esboçar uma história animal do cinema, uma verdadeira política da representação na obra de Jean-Luc Godard.
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Reservoir Dogs
Todo o cinema de Jean-Luc Godard é uma procura incessante de figuras de alteridade, para contrariar as significações dominantes, para desfazer as armadilhas da dialética, para manter ativo o sentido, nas suas perpétuas não-resoluções. Colocar a ficção em primeiro plano para formular hipóteses potenciais do real: tal é a dimensão política da sua obra. A sua relação privilegiada com o não-humano é uma das suas armas contra as representações convencionais. Adotar o ponto de vista do animal na obra de Jean-Luc Godard, tal como na de Kafka, Miguel Gomes e Jacques Derrida, em particular, é o fio condutor da conferência Reservoir Dogs (retrato do artista quando jovem cão / uma viagem através de vários filmes e textos em 24 capítulos), com vista a esboçar uma história animal do cinema, uma verdadeira política da representação na obra de Jean-Luc Godard.
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